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segunda-feira, 13 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Sacerdócio
Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas. (Números 17:8)
Quando Deus ordenou a Moisés que ungisse Arão a Sumo Sacerdote, o povo israelita se revoltou achando que ele estava protegendo a sua família, pois Arão era irmão de Moisés.
Moisés seguindo a ordem de Deus tomou as doze varas dos príncipes de cada tribo: Ruben, Simeão, Levi, Judá, Dan, NAftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim e colocou-as dentro da tenda da congregação. (Numeros 17) O dono cuja a vara florescesse seria o Sumo Sacerdote do povo israelita.
No dia seguinte, perante todo o povo, Moisés mostrou que a vara de Arão fora a única que havia florescido.
Essa vara foi colocada dentro da Arca da Aliança junto com as Tábuas da Lei e uma porção de Maná.
E foi dado a Arão um cajado (simbolizando a vara) com o seu nome gravado a ouro na base: Aron. A partir daí todos os sumos-sacerdotes teriam os seus nomes gravados a ouro no cajado.
Nos tempos de Jesus, o Sumo Sacerdote era Caifás, genro de Anás. Caifás era considerado um grande teólogo, sábio em matéria de leis, mas se embrulhou no próprio conhecimento legislativo, durante o julgamento de Jesus.
Querendo que Jesus "blasfemasse" ao dizer ser Filho do Deus Altíssimo, ao ouvir que veria "em breve o Filho do Homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu" (Mateus 26:64), rasgou as suas vestes acusando Jesus de blasfémia.
Caifás teatralizou o momento passando a imagem de um homem chocado com tanta ousadia, mas esqueceu-se que rasgando as suas vestes sacerdotais punha fim ao seu sacerdócio. E complementando fê-lo na presença do Cordeiro e no momento certo, pois o cajado já não tinha mais espaço para nenhum outro nome.
"Caifás sem ter conhecimento de que estava sendo usado por Deus, pôs fim na linhagem do sacerdócio de Arão, dando início ao Novo Sacerdócio - o Sacerdócio da Nova Aliança, representado por Jesus de Nazaré, o Nosso Sumo e Eterno Sacerdote. Jesus não teve uma vara, uma vez que o sacerdócio dEle tinha mais peso, e assim carregou um madeiro grande e pesado, uma cruz. Jesus saiu carregando a sua própria vara e nela foi pregada a Rosa de Saron, em seguida colocado em uma tumba. Dois mil anos se passaram e nessa tumba tem uma placa que registra a frase do anjo em diversos idiomas: "Ele não está aqui". Nosso Sumo Sacerdote foi colocado em uma cruz, uma vara seca, e enterrado em um jardim que há dois mil anos, floresce abundantemente, confirmando o Sacerdócio de Jesus Cristo na terra." (Yossef Akiva)
Que a graça e a paz do Nosso Sumo Sacerdote esteja sempre presente no meio do seu povo, confirmando assim a eternidade do seu Sacerdócio.
Que a graça e a paz do Nosso Sumo Sacerdote esteja sempre presente no meio do seu povo, confirmando assim a eternidade do seu Sacerdócio.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Olhar a Cruz - by Israel Belo de Azevedo
Convida-me o Pai para olhar a cruz,
onde seu Filho se esvaiu em sangue.
Por que me pede? para que sinta pavor
porque de modo tão intenso me amou?
Se olho para lá, com o corpo pendido,
a sombra da tristeza me faz exaurido:
embora cercado de regras, foi um crime;
(a lei é também usada para esconder:
até os corruptos agem dentro do regime)
embora bondoso, foi injusto o amor
(eu é que tinha daquela morte morrer:
como posso me alegrar com este favor?)
Se olho para a cruz, vazia de Jesus,
presentes apenas as cicatrizes do cravo,
posso ver o triunfo inconfundível da graça,
posso escutar o cântico do perdão,
posso sentir o convite à comunhão,
posso me alegrar como o escravo
com a carta de liberdade na mão,
posso viver de tal modo que o canto não travo.
Meus conflitos ainda sobre mim pendem:
hoje deixo que as lágrimas fendam
meus sentimentos diante da atrocidade
que quem podia mas não quis evitar;
hoje não deixo de ficar enternecido
diante de um afeto que não sou capaz
de ver por mim imitado ou mesmo retribuído,
mergulhado em soluços que não sei controlar.
Amanhã, faço vir ao rosto enlarguecido
por um sorriso que a alegria abre,
tal a experiência da gratidão,
pela vida que pulsa e no peito não cabe,
tal a certeza clara da libertação,
tal o poderoso prazer da salvação,
tal o sentido iluminado,
tal o presente dado.
Convida-me o Pai para olhar a cruz,
onde seu Filho se esvaiu em sangue.
Olho e consigo ir além do horror,
porque aquele sangue me batizou.
ISRAEL BELO DE AZEVEDO
onde seu Filho se esvaiu em sangue.
Por que me pede? para que sinta pavor
porque de modo tão intenso me amou?
Se olho para lá, com o corpo pendido,
a sombra da tristeza me faz exaurido:
embora cercado de regras, foi um crime;
(a lei é também usada para esconder:
até os corruptos agem dentro do regime)
embora bondoso, foi injusto o amor
(eu é que tinha daquela morte morrer:
como posso me alegrar com este favor?)
Se olho para a cruz, vazia de Jesus,
presentes apenas as cicatrizes do cravo,
posso ver o triunfo inconfundível da graça,
posso escutar o cântico do perdão,
posso sentir o convite à comunhão,
posso me alegrar como o escravo
com a carta de liberdade na mão,
posso viver de tal modo que o canto não travo.
Meus conflitos ainda sobre mim pendem:
hoje deixo que as lágrimas fendam
meus sentimentos diante da atrocidade
que quem podia mas não quis evitar;
hoje não deixo de ficar enternecido
diante de um afeto que não sou capaz
de ver por mim imitado ou mesmo retribuído,
mergulhado em soluços que não sei controlar.
Amanhã, faço vir ao rosto enlarguecido
por um sorriso que a alegria abre,
tal a experiência da gratidão,
pela vida que pulsa e no peito não cabe,
tal a certeza clara da libertação,
tal o poderoso prazer da salvação,
tal o sentido iluminado,
tal o presente dado.
Convida-me o Pai para olhar a cruz,
onde seu Filho se esvaiu em sangue.
Olho e consigo ir além do horror,
porque aquele sangue me batizou.
ISRAEL BELO DE AZEVEDO
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Cruz
Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado. (Mt 27:31)
Este versículo não tem, aparentemente, nada de especial. É apenas parte de um acontecimetno que viria mudar para sempre o nosso relacionamento com Deus.
Ultimamente tenho me sentido muito atraída pela crucificação de Jesus, todos os seus significados imediatos e ocultos, as últimas palavras, os açoites, o escárnio de que foi vítima, enfim todos os diferentes acontecimentos que envolveram a crucificação e posterior morte de Jesus Cristo, desde o jantar de Páscoa até á hora nona em que Jesus efetivamente expirou.
Acredito que várias vezes perguntamo-nos se terá valido a pena tanto sacrifício, tanto esforço. A cada dia tenho mais a certeza de que sim. Sim, valeu a pena!
Acredito que tenha valido a pena esse sacrifício tão grande para podermos ter a certeza da salvação. A restauração dos nossos corpos não será aqui, neste mundo, dominado pelo maligno, mas sim lá na Glória no soar das trombetas quando começar o Arrebatamento.
Você sabia que estava presente no momento da crucificação? Eu estava presente e você também. Desde o momento dos açoites até a entrada dos cravos no nervo central no corpo humano de Jesus.
Cada açoite, eram milhares de pecados sendo perdoados, cada dor que Jesus sentia eram as nossas dores sendo saradas, cada momento de desidratação era para que pudessemos usufruir do Seu rio de águas vivas eternamente.
Alguns séculos antes de Jesus nascer, Isaías já escrevia sobre os tormentos érpetrados pela cruz:
Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Is 53: 4-5)
Ele morreu para que tivessemos a vida eterna, ele foi coroado com espinhos para que também tivessemos uma coroa lá na Glória, padeceu para que fossemos curados, sarados.
Muitos acham que fazem um grande favor pensando que não aceitam o perdão de Deus porque são muito pecadores, que foi muito grave o que quer que tenha feito. Isso é desmerecer o sacrifício de Jesus. É achar que não valeu a pena tudo o que ele passou. E nada entristece mais o Pai do que ver a sua criatura se afastando dEle.
Que a graça, a compaixão e a misericórdio do nosso Senhor permaneça sempre sobre as nossas cabeças. Amén!
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